Arroba do cacau alcança R$ 245 e reacende otimismo no setor produtivo baiano

O mercado do cacau voltou a registrar valorização nesta quinta-feira (7), com a arroba da commodity chegando a R$ 245 na Bahia. O avanço dos preços reacendeu o otimismo entre produtores, comerciantes e setores ligados à cadeia produtiva do cacau no estado. A comissão formada por prefeitos, deputados, associações e secretários municipais e de Estado junto ao Governo Federal, mostrou otimismo com a reação do setor.

A reação do mercado ocorre em meio às preocupações globais com a oferta da commodity, principalmente após problemas climáticos registrados na Costa do Marfim, maior produtor mundial de cacau. A irregularidade das chuvas e o risco de perdas na safra internacional reduziram as expectativas de produção e pressionaram os preços no mercado futuro. Produtores avaliam que o novo ciclo de valorização fortalece investimentos, amplia a confiança no mercado e impulsiona a economia regional

O mercado do cacau voltou a registrar valorização nesta quinta-feira (7), com a arroba da commodity chegando a R$ 245 na Bahia. O avanço dos preços reacendeu o otimismo entre produtores, comerciantes e setores ligados à cadeia produtiva do cacau no estado.

A comissão formada por prefeitos, deputados, associações e secretários municipais e de Estado junto ao Governo Federal, mostrou otimismo com a reação do setor.

A reação do mercado ocorre em meio às preocupações globais com a oferta da commodity, principalmente após problemas climáticos registrados na Costa do Marfim, maior produtor mundial de cacau. A irregularidade das chuvas e o risco de perdas na safra internacional reduziram as expectativas de produção e pressionaram os preços no mercado futuro.

Na Bahia, o movimento já reflete otimismo na rentabilidade do setor. Produtores avaliam que o novo ciclo de valorização fortalece investimentos, amplia a confiança no mercado e impulsiona a economia regional em municípios dependentes da cultura do cacau.

No mercado internacional, o contrato do cacau para julho fechou cotado a US$ 4.349 por tonelada, mantendo a tendência de alta mesmo diante da volatilidade nas bolsas.

Fonte: Portal Baixo Sul.

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