Em cada eleição a nível estadual, sempre fica uma reflexão para os apoiadores que apresentaram seus respectivos candidatos em seus municípios e visam a eleição municipal de 2028. Em Teolândia por exemplo, o ex-prefeito Lázaro Andrade, acertou em oficializar seu apoio a Léo de Neco (Avante), para deputado estadual.
Não apenas por Léo, ser da região, mas também por ser uma referência em todo estado, quando o assunto é gestão pública, ficando assim, mais leve pedir votos.
Em Teolândia, Léo, obteve 2.301 votos, sendo o majoritário no município, além se ter sido eleito no geral com 81.903.
Por outro lado, a prefeita Rosa Baitinga (Avante), juntamente com seu grupo, conseguiu transferir para seu candidato Patrick Lopes, a quantidade de 2.003 votos e, para seu azar, o deputado não conseguiu a reeleição, tendo no geral apenas 47.064.
O único legado de Patrick Lopes, para se eleger em 2022 para uma cadeira na ALBA, foi um grande laço de amizade, com o casal, Rui Costa e a Sra. Aline Peixoto.
Mesmo deixando transparecer, que também apoiou Léo de Neco, acabou deixando o eleitorado confuso, pois, todos sabem, que “Reino dividido, não prospera”.
Como diria o saudoso vereador, Agenor Lemos:” as urnas falam”.
E foi o que aconteceu. Ao contrário de Léo, Patrick Lopes, quando foi prefeito de Jitaúna, apesar de também por 08 anos, igualmente a Léo de Neco, não deixou nenhuma obra estruturante em seu município.
A política é uma arte e, nela, não se pode dividir nem subtrair, apenas, somar e multiplicar. Isto quer dizer, que caso, caso, a atual alcaide, optar em apoiar um outro candidato (a), que não seja seu antecessor, pode ter sérios problemas, inclusive uma derrota acachapante.
Pelo bem deste importante município, onde temos vários amigos e familiares, torcemos para que nosso deputado Léo de Neco, possa dar uma de Arrascaeta e organizar o meio de campo.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.
texto: Blog do Bozó;
Fotos: Web divulgação.